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Estado de alma: Outono.

por Peixe Frito, em 03.10.18

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Uma sensação de veludo e paz na alma.

Nem é tanto pela letra, mas pela leveza da melodia, que faz a alma flutuar e deixar-se levar, suavemente e embalada, como uma pena ao vento.

 

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publicado às 12:25

Eu sou uma idiota, não tenho dúvidas disso.

por Peixe Frito, em 18.05.18

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Alguns chamam-lhe imaturidade, outros infantilidade. Outros estupidez e outros ainda falta de senso ou noção da vida e das responsabilidades. Outros afirmam que é "não querer saber e se estar borrifando para tudo" e outros é porque se é estranho ou esquisito ou porque não se precisa / valoriza. Ou como me disseram uma vez: "Mas tu achas que a vida é só rir e comer bolachas, é?".

Eu chamo-lhe ser descontraído e viver a vida. Sermos nós próprios. Rir se apetecer. Dançar no meio da rua ou cantar a música que está a dar no café por onde se passou. Ir aos saltinhos com uma criança com 1/5 da sua idade, a dizer-lhe: não podes pisar a cor vermelha!! e andarem as duas em bicos de pés e a evitarem a dita cor, pintada em desenhos abstractos no pavimento, a rir que nem doidas se a outra pisa a cor que não deve. Fazer mímica para alguém no meio da multidão, a fazer de conta que lhes estamos a tentar dizer alguma coisa, sem estar a dizer nada, tudo aleatório sem sentido, só para fazer a outra pessoa rir das nossas figuras. Sorrir só porque sim depois de dar um beijo a quem nos aquece o coração e abraçar calorosamente só porque apetece.

Gostava de saber onde está escrito que temos de andar constantemente a carregar as nossas cruzes, fados e desfados, rodeados de uma nuvem negra constantemente a trovejar e gotejar chuva, nos lamentado que a vida não nos corre como queremos. E que tal variar? Tentar ver além disso. Não é por não estarmos a chorar ou vestidos de preto, que dói menos e fazemos menos o luto do que for, seja de sentimentos, de pessoas. Que não continua a custar o dinheiro não esticar, a saúde de terceiros não melhorar e nós próprios não sabermos para onde nos virar.

Eu sou uma idiota e tenho orgulho nisso. Há-de estar a casa a ruir e eu ainda me rir que ia levando com um calhau na tola. E não é por isso que tenho menos senso de responsabilidade, maturidade, sinto menos a dor, a mágoa, a tristeza. É alma velha a que carrego no meu ser. A mesma que me diz para descontrair e sentir o calor do sol invés de me focar que estão nuvens a aparecer no horizonte.

É este o meu recado a quem me diz que a vida não é só rir e comer bolachas. Para alguns não, para outros talvez. Não é só rir e comer bolachas mas é também chorar a rir e comer um gelado ou um pires de caracóis, de tempos a tempos.

Se não se sabe ser livre, não se tente limitar a liberdade dos outros.Tenho dito.

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publicado às 12:37

Especialmente nos momentos mais sombrios da vida.

por Peixe Frito, em 10.04.18

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"(...)Faith: you know you're gonna live thru the rain

Lord you got to keep the faith
Faith: don't let your love turn to hate
Right now we got to
Keep the faith"

by Bon Jovi in Keep the faith

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publicado às 14:36

pensamentos da alma.

por Peixe Frito, em 28.12.17

"A Matrix é um sistema, Neo. Esse sistema é nosso inimigo. Mas quando você está dentro, você olha em volta, o que você vê? Empresários, professores, advogados, carpinteiros. As mentes das pessoas que estamos tentando salvar. Mas antes de nós conseguirmos isso, essas pessoas ainda fazem parte desse sistema e isso as torna nosso inimigo. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está pronta para ser desconectada. E muitas delas estão tão habituadas, tão irremediavelmente dependentes do sistema, que irão lutar para protegê-lo" 

por "Morpheus" no filme "The Matrix"

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 Para quando o dia em que o carneiro deixa de fazer parte do rebanho...?

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publicado às 14:45

Arrisca-te.

por Peixe Frito, em 26.08.17

Desapegar. Confiar. Libertar. Viver. Ter fé acima de tudo, em tudo e em nada em específico.

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publicado às 20:37

Os olhos não vêm corações. Quem sabe o que vai lá dentro?

por Peixe Frito, em 27.07.17

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Normalmente no metro, encontra-se um mar de gente, de todos os tamanhos, feitios, cores, felizes, tristes, ensonados. Sentimo-nos sardinhas mais do que enlatadas, todos os dias. Eis que, como por milagre - por milagre entenda-se tempo de férias, sol e praia - o metro desertifica um pouco, lentamente, nesta altura do ano.

É agradável termos algum espaço para nós num local onde estamos frequentemente apertados, comprimidos contra outras pessoas de um modo mais íntimo do que desejávamos ou pretendíamos. A verdade, é que aprendemos a lidar e aceitar isso. A não nos ofendermos por alguém ficar cara a cara connosco, nos pisar ou se roçar - inocentemente, óbvio - em nós, dadas as circunstâncias serem incontornáveis.

Surpreendida fiquei, ao ficar consciente de que não é o facto de estarmos no meio de gente apertados e desconfortáveis, que é o verdadeiro estar vulnerável, mas sim quando o metro se encontra mais vazio. Aí sim, ficamos expostos, não somos mais uma cabeça no meio da confusão. Podemos observar-nos a todos, sem malícia, calmamente e vamos percebendo cada um como indivíduo e não como massa de olhos e pernas, telemóveis e pensamentos.

É como se as máscaras caíssem um pouco, cedessem, nos deixando quase nús e crús.

E perguntamo-nos, que cruz aquele ser carrega, que fado ou desfado, habita naquela alma. Por breves instantes, momentos, fragmentos de tempo, realizando que provavelmente não mais iremos, vez alguma, nos cruzar novamente na vida, partilhamos um pouco de nós, timidamente, seja com o nosso jeito, ar ou só falar com o olhar. 

E assim, cada um leva um pedacinho do outro, com eles. Seja o calor de um sorriso ou a memória de um olhar.

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publicado às 22:42

Aquece sempre o coração.

por Peixe Frito, em 13.07.17

Num meio urbano que não descansa, cinzento e maciço, com alguns apontamentos de cor e vida aqui e ali, quase à beira rio se situa, nada me alegra mais que ver andorinhas a salpicarem o céu azul, voando livremente e chilreando alegramente, que me fazem lembrar a minha terra, à beira mar.

 

"Andorinha de asa negra aonde vais?
Que andas a voar tão alta
Leva-me ao céu contigo, vá
Qu´eu lá de cima digo adeus 
ao meu amor
Ó Andorinha
da Primavera
Ai quem me dera também voar
Que bom que era
Ó Andorinha
na Primavera
também voar"

in "A andorinha da Primavera" by Madredeus.

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publicado às 10:01

É soltar as amarras da alma.

por Peixe Frito, em 22.11.15

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   "Mais do que a um país,

    que a uma família ou geração.

    Mais do que a um passado,

    que a uma história ou tradição.

    Tu pertences a ti.

    Não és de ninguém.

 

    Mais do que a um patrão,

    Que a uma rotina ou profissão.

    Mais do que a um partido,

    que a uma equipa ou religião.

    Tu pertences a ti.

    Não és de ninguém.

 

    Vive selvagem.

    E para ti serás alguém,

    nesta viagem.

 

    Quando alguém nasce

    Nasce selvagem.

    Não é de ninguém.

    ... de ninguém."

 

    In "Nasce Selvagem" by Resistência.

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publicado às 22:08

Os olhos da alma.

por Peixe Frito, em 22.10.15

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   Não há nada melhor, que sentir quentinho no coração.

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publicado às 23:32

há sempre um lugar assim.

por Peixe Frito, em 06.05.13
  
"I walked across an empty land
I knew the pathway like the back of my hand
I felt the earth beneath my feet
Sat by the river and it made me complete

(...) I came across a fallen tree
I felt the branches of it looking at me
Is this the place, we used to love
Is this the place that I've been dreaming of

Oh! Simple thing where have you gone
I'm getting old and I need something to rely on
So tell me when you're gonna let me in
I'm getting tired and I need somewhere to begin

And If you have a minute why don't we go
Talking about that somewhere only we know?
This could be the end of everything
So why don't we go
Somewhere only we know?
(Somewhere only we know)"

in "Somewhere Only We Know" by Keane.

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publicado às 12:34


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